Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

CONFRANGEDOR

Pergunte-se ao comum cidadão se se sente responsável pela crise e a resposta será um não. A mesma pergunta feita aos cidadãos de todas as latitudes sócio profissionais obterá um rotundo não. Então de quem é a culpa da crise? Quem, ou quais as pessoas ou empresas que são responsáveis pela crise? Quem tem a coragem de assumir que tem culpa no descalabro económico e social que nos afige? Pelos vistos ninguém!

 

Porém, todos carregamos o fardo, embora o de alguns seja manifestamente mais leve. Alguns desses, para quem o fardo é mais leve, até poderiam e deviam carregar um bem mais pesado, mas, "o dever de" é palavra morta nas consciências de muitos.

 

Os políticos da governação, "os actuais" esforçam-se por tapar os buracos que os outros "os anteriores" deixaram, mas qual maçon "pedreiro mesmo" sem arte, o que têm conseguido é tornar os buracos ainda maiores.

 

Exija-se de uma vez por todas que os que carregam o fardo mais leve (especialmente aqueles que nem fardam carregam) passem a carregar um fardo igual aos demais, ou seja, cessem de imediato as reformas milionárias e ofensivas tanto do sector público como do privado, especialmente daqueles que, jamais deram o equivalente a uma molécula daquilo que recebem ,e que, apesar de tudo, continuam a sugar o herário público nada dando em troca.

 

Exija-se que as instituições que benificiaram e beneficiam de estatutos fiscais favoráveis, e não só, publicitem os vencimentos dos seus corpos gerentes e a prática dos  actos consubstanciadores e justificadores dos seu estatuto de favorecimento;

 

Responsabilize-se criminal e civilmente a gestão danosa da coisa pública; accione-se o direito de regresso dos capitais comunitários gastos fraudulentamente; os políticos honestos (porque sem dúvida existem) desmascarem e escorracem os seus pares que o não são; torne-se público os figurões , empresas e os montantes detidos em off- shore.

 

Em suma, faça-se uma limpeza à escumalha que nos suga e  é responsavel pela crise, não esquecendo de mencionar publicamente os nomes dos governantes e banqueiros coniventes.

 

Ainda somos um País! Somos tão bons como os melhores; disso damos provas ao Mundo em todos os sectores, mas temos um grave problema: somos brandos com quem nos faz mal e nos maltrata.

 

É preciso dizer basta! Concedam-nos  tempo para podermos sanear o País  destas ervas daninhas, e então pagaremos a todos, tudo o que devemos. Ladrões já temos entre portas; dispensamos por isso os de fora que, vestidos de Troika, FMI,e agências de rating nos esbulham.

 

Vamos levantar a cara, voltar a sorrir e mostrar mais uma vez que na sua casa, um homem mesmo depois de morto, são precisos quatro para de lá o retirarem.

publicado por etario às 00:49
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