Terça-feira, 29 de Julho de 2008

HIPOCRISIA

Muito embora se reconheça que não se  deve escrever em estado emocional negativo, por vezes não se resiste à tentação, até porque, do facto não advirá mal ao mundo.

 

Foi publicada a notícia, que foi atribuído a um escritor brasileiro um prémio literário como recompensa da sua obra, e que, o escritor Português  Lobo Antunes chama a atenção para alguns nomes de escritores desconhecidos de origem Brasileira  que são todavia ignorados. Tudo isto é normal e não seria motivo de indignação, ao invés, até motivo de orgulho, por Portugal reconhecer e premiar um escritor de lingua Portuguesa seja ele oriundo de onde for.

 

O que já não é normal, é ver publicadas opiniões hipócritas, por ocasião das mesmas cerimónias,  (em jeito de adulação) de um escritor que também o faz em língua Portuguesa, que se diz Português, e das suas condutas resultarem sérias dúvidas de que seja Português de facto; ou seja: que seja Português de corpo inteiro, e acima de tudo, Português patriota.

Muito embora lhe tenha sido atribuído o prémio Nóbél (como ele gosta de dizer) por consequência e influência do grupo comunista(1) que domina a eleição dos Nóbel da literatura, isso não implica que um laureado possa, (mesmo em obidiência partidária) adoptar uma conduta  que vai de  través aos elementares deveres de Patriotismo , de bom senso e de respeito para com aqueles que nasceram debaixo da mesma bandeira e que deram a vida pela honra e glória do  solo Pátrio.

Da obra literária de José Saramago, lamento não ter  estofo intelectual para poder retirar dela, o conteúdo tão apregoado de qualidade e universalidade que lhe apregoam, mas, das obras que por curiosodade li (todos os nomes, foi uma delas, e mais uma ou outra que não tive a paciência de trerminar) me ficou a sensação de uma imensa seca, mas, como disse, certamente é o meu fraco  intelecto que me faz ver cinzento onde alguns vêm claro.

 

Não foi a impossibilidfade de extraír da obra de José Saramago, o seu conteúdo e tão badalado êxito, que me deixou com o sistema emocional fora de controlo; foram as suas tomadas de posição em relação ao facto de Portugal dever submeter-se a Espanha e ter o comportamento de uma qualquer província ou região autónoma de Espanha. Por motivo semelhante, Miguel de Vasconcelos (em 1640)foi atirado de uma varanda do Terreiro do Paço e morto pelo povo irado. Mas agora, nos tempos modernos, um português traidor, a quem os seus pares comunistas atribuiram o prémio Nòbèl, faz estas afirmações e os jornalistas (lambe cús,salvo as excepções) portugueses  dão eco às hipocrisias de Saramago. Mais, dão-lhe tempo de antena em programas televisivos. Sucede porém, que aqueles que não têm amnésia e se lembram do seu discurso na Academía em Stokolmo por altura do recebimento do prémio Nòbèl e, não esquecem o ataque cerrado contra todas as formas de opressão e domínio da vontade dos povos no mundo, não deixando de sublinhar, do mundo, e , horas depois no Porto, abraçava efusivamente Fidel Castro na Cimeira dos Países centro Americanos (creio que era este o nome da cimeira) como se de um deles se tratassse.

Se a hipocrisia tivesse limites, José Saramago seria olimpicamente um vencedor, já que, não se conhece maior hipócrita, ou seja: vivendo em Espanha pretende que Portugal seja um subdito submisso deste País; por palavras, condena toda a forma de repressão e por atitudes convive e bajula o maior de todos os ditadores vivos.

 

Que se pode dizer de um hipócrita desta envergadura? certamente muito pouco, mas um desejo se pode formular; que fique em Espanha pelos anos que a providência divina quiser, e, sempre que abra a boca em relação a Portugal, que os seus seguidores igualmente hipócritas e traidores fiquem calados.

 

1) veja-se quantos escritores que não profecem ideais de esquerda (totalitária) foram prémio Nòbèl.

publicado por etario às 01:01
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Domingo, 20 de Julho de 2008

ESTÁ DECIDIDO

Não tenho dúvidas! Vou passar a ser cigano ou talvês africano. É que as vantagens são muitas, se, comparadas com qualquer cidadão comum ; senão vejamos:

a)- o cidadão comum se quer ter uma casa esfalfa-se a trabalhar, (e como à mulher de Cesar, não lhe basta trabalhar,)  ainda tem de demonstrar através da declaração de IRS que é um cidadão cumpridor e tem rendimentos do seu trabalho para pagar  durante 35 ou 40 anos a mensalidade dessa dita casa.

 

b) um cidadão de raça cigana que jamais pagou um unico centimo para a segurança social ou de impostos ao Estado, se quer uma casa, não tem mais que: instalar-se com a sua família (que até pode não ser a dele) numa barraca de panos num local visivel da periferia de uma grande cidade e chamar as televisões para mostrar a extrema miséria em que vive.

Logo aparecem as televisões a mostrar a miséria não faltando uma reporter que com o ar mais constrangido que se possa imaginar debita que é escandaloso que tal miséria coabite com a grandeza e comodidade dos edifícios da cidade. Só que as ditas televisões não mostram as viaturas de 30000 e 40000 euros que são propriedade destas  famílias e que são compradas a pronto pagamento, já que, por falta de documentos comprovativos de rendimentos nã podem ser compradas a crédito.

Logo aparecem os politólogos (nome giro não é?) e os politicos oposicionistas (grande parte deles também não sabe o que é ganhar o pão com o sacrificio do trabalho) a dizer que é uma vergonha que um estado de direito mantenha tal estado de  miséria. Perante tal alarido, instala-se mais uma e outra e outra família e por norma, lá vem uma técnica da reincersão social prometer que arranja uma casa para cada família. É óbvio que uma semana depois as barracas estão multiplicadas por muitas e o Estado (que somos todos nós) lá constroi um bairro e instala as ditas famílias que obtém local onde morar, na cidade ou periferia, mas a custo zero. Junte-se a este cardápio o rendimento mínimo, nalguns casos recebido em duplicado e triplicado.

 

Com algumas alterações, passa-se o mesmo com a comunidade africana, só que, alguns destes trabalham e pagam impostos mas, não está certo que o Estado pague casas para alojar estes estrangeiros de borla e os cidadãos  nacionais em igualdade de circunstâncias tenham que pagar o seu alojamento.

 

c) ao invés, o cidadão comum paga impostos, paga a casa e se por azar ficar sem emprego, é posto no olho da rua.

 

Este desabafo vem na sequência dos ultimos acontecimentos ocorridos na Quinta da Fonte

nos arredores de Lisboa.

Resulta claro, que o Governo Português é um Governo de fantoches, salvo as raras excepções, e infelizmente, não é só o actual Governo, pois os que o antecederam não foram melhores neste capítulo.

Que raio de Governo é este, que consente ser desafiado por uma comunidade a quem fornece alojamento de graça e cujo contributo para o erário público é igual a zero? Porque razão um cidadão Nacional não se sente seguro no seu País na presença de individuos que nem sequer são cidadãos nacionais e beneficiam das regalias proporcionadas pelos impostos pagos pelos nacionais?

Porque razão consente um Governo que uma comunidade de africanos e ciganos troquem tiros na rua, sem fazer uma rusga  casa a casa e prender e castigar com penas exemplares (nos limites da lei) os responsáveis? Que exercício de autoridade foi feita para além da presença de polícias na rua? Que Governo é este que consente que um grupo de ciganos acampe junto à Câmara de Loures numa demonstração de força e de desrespeito pela autoridade e dos cidadãos que lhes forneceram casas de graça? Pretendem novas casas grátis e noutro lugar, mas, com que legitimidade? De que tem medo o Governo? De não ganhar as próximas eleições? O Governo foi eleito para governar  e não para fazer a gestão de carreiras politicas dois seus membros; com estas atitudes está aberto o caminho ao aparecimento de um ditador, e, creiam, o povo trabalhador e ordeiro aceitá-lo-ia.

 

Não me falem em direitos fundamentais sem os contraporem com deveres fundamentais;

é dever fundamental de qualquer cidadão angariar honradamente o pão para seu sustento e dos seus e respeitar o seu semelhante seja ele quem seja, independentemente de raça credo ou nacionalidade; é igualmente dever de qualquer cidadão a solidariedade sempre que ela se imponha pela carência do seu semelhante. Já não se aceita o oportunismo de uns em desfavor de outros e infelizmente é o que se passa na maioria dos casos de que o recebimento do rendimento mínimo mgarantido é um exemplo.

 

Quero deixdar claro que sou um defensor dos direitos fundamentais, mas sempre contrapostos com os deveres fundamentais da humanidade. Não se pense por isso, que sou contra a atribuição de casas às famílias necessitadas; mas, sublinho necessitadas, já que sou frontalmente contra oportunismos, e, se forem feitos rastreios às carências das famílias que gozam desses direitos haverá grandes surpresas.

É sabido, que Portugal é dos Estados onde os Direitos Liberdades e Garantias dos cidadãos não é uma palavra vã, mas, a liberdade que assiste a um cidadão de não acatar determinadas regras de conduta jamais poderá colidir com os direitos daquele que as acata,

publicado por etario às 00:04
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Sábado, 12 de Julho de 2008

ao acaso

Hoje não sei sobre que escrever! Se sobre política, futebol, direito ou o amor; sobre política está decidido que não, já que, inevitavelmente teria de falar de coisas desagradáveis, pois as agradaveis são bem poucas e dificeis de encontrar. Sobre futebol nem sequer me atrevo a ditar pitada pois sou uma perfeita nulidade na matéria e teria que inevitavelmente referir-me à inveja que me causa os milhões que auferem mensalmente e, nalguns casos diariamente sem terem que fazer algo mais, do que dar uns pontapés na bola. Mais ainda, pelos contratos super milionários que fazem, por norma, não são incluídas clausulas penalizadoras se os resultados previstos não vierem a ser alcançados. Veja-se o recente contrato do Prof. Carlos Queiroz que vai custar ao Estado Português, ou à Federação (lá estou eu a demonstrar a minha nulidade em futebol) um milhão e meio de euros por ano, e que se conste não há nenhuma clausula que subordine esse vencimento à obtenção de um resultado vitorioso. É pois, sem apelo nem agravo, qualquer coisa como mil contos por dia de ordenado e sem ter a obrigatoriedade de apresentar resultados ou ser vencedor deste ou daquele trofeu! Tem razão o meu amigo engenheiro, que  sendo um quadro altissimamente competente dirige uma instituição do Estado (o mesmo patrão de Carlos Queiroz) que se não obtiver os resultados previstos é posto no olho da rua e, tudo isto,por um vencimento que não chega aos quinhentos contos por mês. E o médico cirurgião que leva a existência a salvar vidas, e ao minimo descuido é posto em tribunal por negligência e, por cujo trabalho e responsabilidade recebe do mesmo patrão de Queiroz (ou a Federação não é tutelada pelo Estado; se não, desculpem a ignorância mas pelos acontecimentos recentes dá a ideia que sim)  seicentos contos por mês. Mas o futebol é isto mesmo e até um leigo como eu, se atreve a botar falação sobre assunto que desconhece; por isso, termina aqui a referência ao futebol. Sobre Direito, hoje fico-me entre barreiras (como se diz na gíria taurina)que é como quem diz, quedo e mudo já que de seca bastaram os posts anteriores. Finalmente fica o amor : ah o amor, esse sentimento que nos invade de mansinho ou avassaladoramente sem se fazer anunciar e sem reservas se instala no mais intimo do nosso ser. Sobre este sentimento, todos têm uma palavra a dizer! Mesmo os que pensam que não, directa ou indirectamente já foram tocados por ele numa das imensas  formas em que se manifesta. Mas, a mais sublime de todas  é a que nos faz sentir uma necessidade da presença do ser que origina esse sentimento, a emoção de sentir as vibrações mesmo quando ausente, e sobretudo, a imensa capacidade de dar sem nada esperar em troca. Que estranha e doce sensação se instala quando se vislumbra o ser amado; nem que seja somente um momento fugaz ou uma troca cumplice de olhares percorre-nos um frémito de felicidade, de quase extase que palavra alguma terá força suficiente para descrever. Do amor dos poetas nos fica a sensibilidade dos seus versos, mas a grandeza do amor não pode ser cantada, tem de ser vivida nas suas expressões mais variadas  e por cada um de per si.

Que se viva pois o amor.

publicado por etario às 23:54
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