Sábado, 25 de Outubro de 2008

efeito colateral

Hoje sinto-me orgulhoso! Não por qualquer feito ou ideia minha, mas devido a um efeito colateral. Eu conto; a filha de um amigo de longa data, ilustre advogada da praça de Lisboa, exercendo num escritório de renome, e trabalhando duramente nas lides da advocacia, ainda arranjou tempo para se abalançar à feitura de uma obra digna de gigante, ou seja: de parceria com uma colega de profissão, deu à estampa um livro de mais de 1900 páginas que versa sobre legislação energética, e a que deram o nome de, "Legislação do Sector Energético". Acrescente-se que este livro foi editado pela Editora Almedina e tem o ISBN978-972-403557-4. 

Para quem, por desconhecimento, ou falta de informação, não faça ideia  da excepcional bagagem jurídica necessária para que se dê à estampa um livro de direito, por muito modesto que seja, direi,  " mesmo na modéstia dos meus conhecimentos"  que um trabalho desta profundidade só está ao alcance dos eleitos ou predestinados. Acrescente-se, que para ser publicado pela Almedina, tem de estar subjacente a excelência dos trabalhos.

Trata-se  da primeira obra que coligiu toda a legislação avulsa sobre gaz natural. As autoras comentaram a respectiva legislação tornando acessivel a consulta a qualquer  interessado e a qualquer nivel. É uma obra de consulta fácil, e devido à clareza de sintese , de apreensão acessivel.

Resta dizer que o meu orgulho é por efeito colateral do justificado orgulho do meu amigo Rogério Apolinário e  esposa  , já que, a autora de que falo é, a sua filha Marisa. Parabens à autora, e aos familiares.

 

Nota1; Ainda a crise: por cada dia que passa me convenço mais de que na origem da dita, está uma fraude gigantesca, mas, de proporções maiores do que os seus autores imaginaram.

Pensavam os mentores da fraude que estavam sós na gula do enriquecimento fraudulento; esqueceram.se dos banqueiros e dos satélites que gravitam na sua órbitra,(correctores, gestores de fundos, especuladores etc.). Estes, todos juntos, amplificaram o efeito, pois sabiam que a maioria dos fundos que transacionavam não tinham cobertura real; ou seja:

a cobertura que os suportava era insigificante face ao valor desses títulos.

 

Nota2- Posso contar-vos um segredo? Penso, e creio que não me engano, que para além do insuficiente valor real das hipotecas, o problema foi a duplicação, triplicação ou quadriplicação desses títulos e, como é bom de ver, só um, (mesmo insuficiente).  é que teria valor). Todos os outros são como notas falsas.

 

Nota3- A coisa já dura há anos, mas só agora é que atingiu o climax, ou será que ainda não? Creio bem que não.

publicado por etario às 00:32
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