Domingo, 20 de Julho de 2008

ESTÁ DECIDIDO

Não tenho dúvidas! Vou passar a ser cigano ou talvês africano. É que as vantagens são muitas, se, comparadas com qualquer cidadão comum ; senão vejamos:

a)- o cidadão comum se quer ter uma casa esfalfa-se a trabalhar, (e como à mulher de Cesar, não lhe basta trabalhar,)  ainda tem de demonstrar através da declaração de IRS que é um cidadão cumpridor e tem rendimentos do seu trabalho para pagar  durante 35 ou 40 anos a mensalidade dessa dita casa.

 

b) um cidadão de raça cigana que jamais pagou um unico centimo para a segurança social ou de impostos ao Estado, se quer uma casa, não tem mais que: instalar-se com a sua família (que até pode não ser a dele) numa barraca de panos num local visivel da periferia de uma grande cidade e chamar as televisões para mostrar a extrema miséria em que vive.

Logo aparecem as televisões a mostrar a miséria não faltando uma reporter que com o ar mais constrangido que se possa imaginar debita que é escandaloso que tal miséria coabite com a grandeza e comodidade dos edifícios da cidade. Só que as ditas televisões não mostram as viaturas de 30000 e 40000 euros que são propriedade destas  famílias e que são compradas a pronto pagamento, já que, por falta de documentos comprovativos de rendimentos nã podem ser compradas a crédito.

Logo aparecem os politólogos (nome giro não é?) e os politicos oposicionistas (grande parte deles também não sabe o que é ganhar o pão com o sacrificio do trabalho) a dizer que é uma vergonha que um estado de direito mantenha tal estado de  miséria. Perante tal alarido, instala-se mais uma e outra e outra família e por norma, lá vem uma técnica da reincersão social prometer que arranja uma casa para cada família. É óbvio que uma semana depois as barracas estão multiplicadas por muitas e o Estado (que somos todos nós) lá constroi um bairro e instala as ditas famílias que obtém local onde morar, na cidade ou periferia, mas a custo zero. Junte-se a este cardápio o rendimento mínimo, nalguns casos recebido em duplicado e triplicado.

 

Com algumas alterações, passa-se o mesmo com a comunidade africana, só que, alguns destes trabalham e pagam impostos mas, não está certo que o Estado pague casas para alojar estes estrangeiros de borla e os cidadãos  nacionais em igualdade de circunstâncias tenham que pagar o seu alojamento.

 

c) ao invés, o cidadão comum paga impostos, paga a casa e se por azar ficar sem emprego, é posto no olho da rua.

 

Este desabafo vem na sequência dos ultimos acontecimentos ocorridos na Quinta da Fonte

nos arredores de Lisboa.

Resulta claro, que o Governo Português é um Governo de fantoches, salvo as raras excepções, e infelizmente, não é só o actual Governo, pois os que o antecederam não foram melhores neste capítulo.

Que raio de Governo é este, que consente ser desafiado por uma comunidade a quem fornece alojamento de graça e cujo contributo para o erário público é igual a zero? Porque razão um cidadão Nacional não se sente seguro no seu País na presença de individuos que nem sequer são cidadãos nacionais e beneficiam das regalias proporcionadas pelos impostos pagos pelos nacionais?

Porque razão consente um Governo que uma comunidade de africanos e ciganos troquem tiros na rua, sem fazer uma rusga  casa a casa e prender e castigar com penas exemplares (nos limites da lei) os responsáveis? Que exercício de autoridade foi feita para além da presença de polícias na rua? Que Governo é este que consente que um grupo de ciganos acampe junto à Câmara de Loures numa demonstração de força e de desrespeito pela autoridade e dos cidadãos que lhes forneceram casas de graça? Pretendem novas casas grátis e noutro lugar, mas, com que legitimidade? De que tem medo o Governo? De não ganhar as próximas eleições? O Governo foi eleito para governar  e não para fazer a gestão de carreiras politicas dois seus membros; com estas atitudes está aberto o caminho ao aparecimento de um ditador, e, creiam, o povo trabalhador e ordeiro aceitá-lo-ia.

 

Não me falem em direitos fundamentais sem os contraporem com deveres fundamentais;

é dever fundamental de qualquer cidadão angariar honradamente o pão para seu sustento e dos seus e respeitar o seu semelhante seja ele quem seja, independentemente de raça credo ou nacionalidade; é igualmente dever de qualquer cidadão a solidariedade sempre que ela se imponha pela carência do seu semelhante. Já não se aceita o oportunismo de uns em desfavor de outros e infelizmente é o que se passa na maioria dos casos de que o recebimento do rendimento mínimo mgarantido é um exemplo.

 

Quero deixdar claro que sou um defensor dos direitos fundamentais, mas sempre contrapostos com os deveres fundamentais da humanidade. Não se pense por isso, que sou contra a atribuição de casas às famílias necessitadas; mas, sublinho necessitadas, já que sou frontalmente contra oportunismos, e, se forem feitos rastreios às carências das famílias que gozam desses direitos haverá grandes surpresas.

É sabido, que Portugal é dos Estados onde os Direitos Liberdades e Garantias dos cidadãos não é uma palavra vã, mas, a liberdade que assiste a um cidadão de não acatar determinadas regras de conduta jamais poderá colidir com os direitos daquele que as acata,

publicado por etario às 00:04
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1 comentário:
De Ana Quendera a 21 de Julho de 2008 às 13:45
concordo!!!


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