Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

PULHICE

Neste querido rectângulo onde o mar começa e a terra acaba,  por ora, o Povo vive amargurado; mas as raízes da Nação plena que já foi estão bem conservadas e,  qual velha árvore se bem podada e tratada, apta a fazer desabrochar um País novo, independente e pleno de orgulho da sua  história quase milenar.

 

A existência das pessoas, tal como a das Nações é feita de avanços e recuos. O que não se entende é como um País recua tanto e chega ao descalabro financeiro sem que houvessem sido tomadas as necessárias providências para po evitar. Se não houve guerra, cataclismo ou outro desastre natural inevitável que obrigassem a um esforço extraordinário e urgente para a sua reparação ou minimização, como foi possível esta hecatombe financeira nas contas públicas ?

Porque se gastou em excesso o que devia ser gasto com parcimónia  e devidamente ponderado?

Porque não agiu atempadamente o Governador do Banco de Portugal, accionando os mecanismos de que dispõe?

E os outros orgãos de fiscalização, mormente o Tribunal de Contas?

Todos são coniventes por omissão.

 

O desbaratamento de dinheiros públicos é uma  pulhice, e os intervenientes nela, deveriam ser responsabilizados criminalmente, julgados e sendo caso disso, condenados a penas de prisão efectiva.

 

Os responsáveis são sempre os mesmos e são conhecidos; "SALVAGUARDANDO AS DEVIDAS EXCEPÇÕES", são os rapazes bem falantes  cuja ambição é proporcional à sua ganância e tantas vezes incompetência. São os assaltantes da era moderna, e não usam arma para assaltar; juntam-se em bando, e em Assembleia combinam as melhores estratégias e aprovam as tacticas  para dar os golpes naqueles que astuciosamente enganaram com promessas que jamais tiveram intenções de cumprir.

 

Este rectangulo onde o mar começa e a terra acaba, já noutras épocas sofreu os ataques de outros biltres semelhantes, e sempre deu a volta por cima, mas desta vez é preciso um esforço maior pois a dívida é enorme e a soberania foi hipotecada. 

 

Mas, se eliminadas as ervas daninhas, das raízes brotará um novo rebento são e liberto de parasitas bem falantes e ladrões.

Assim será.

 Nota: a quem servir, que enfie o barrete.

 

 

 

publicado por etario às 20:00
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