Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010

INCÊNDIOS

Correndo o risco de vir a ser mal interpretado, ou interpretado de acordo com as conveniências, não resisto a expor a minha opinião acerca da vaga de incêndios que anualmente varrem o nosso País.

 

Mesmo na pressão humana que hoje se exerce sobre o que resta da floresta nacional, mormente pelo tráfego rodoviário e, sobretudo pedonal, não restam dúvidas de que se cometem crimes de natureza ambiental,  por omissão de acções e negligência  tendentes a impedir esse flagelo.

 

Se é verdade que actualmente as florestas são diariamente atravessadas por milhares de viaturas e, por pessoas que sem o mínimo sentido cívico deitam fora garrafas, latas e outros objectos vazios que, quando atingidos pela luz do sol reflectem calor capaz de dar origem a uma chama originando um incêndio de grandes proporções, não é menos verdade que o estado de limpeza das florestas é calamitoso.

 

E, a falta de limpeza da florestas é o combustivel que alimenta e potencia estes incêndios; que fazer então, sabendo que o preço de limpeza da floresta é incomportável para as parcas bolsas dos proprietários florestais?

 

Cabe aos órgãos tutelares dos serviços florestais obstar a que a floresta fique por limpar! Como? Pois bem; se nos debruçarmos sobre as verbas despendidas no combate a incêndios, e nos elevados prejuízos para a economia nacional resultante das florestas ardidas, fácil se torna verificar que uma mínima parte dessa verba seria mais que suficiente para proceder à limpeza da floresta nacional.

 

Não se trata de distribuir arbitrariamente verbas aos proprietários da floresta para que efectuem a limpeza destas, mas sim, de distribuir verbas aos proprietários da floresta pela limpeza destas, impondo e aplicando sanções pesadas a quem o não fizesse. Quer dizer, os proprietários disporiam de um fundo para proceder à limpeza das florestas que seria de imediato creditado após verificação de que se havia procedido à limpeza de acordo com os ditames dos técnicos silvicultores.

 

Claro que, quem se tivesse socorrido do fundo para outros fins e não tivesse procedido à limpeza  sofreria as ditas sanções.

 

Para os recalcitrantes, haveria ainda a possibilidade de recorrer à mão de obra da população prisional que, por este meio, encontraria a possibilidade de compensar a sociedade da despesa que representa a sua manutenção em clausura.

 

Mas, como é obvio, isto seria um tremendo golpe nas empresas que se dedicam à comercialização de material de combate a incêndios, e, bem assim, daqueles que por dois meses de trabalho árduo de alguns, passam o resto do ano sem trabalhar.

 

Poderá parecer excessivo o que fica dito, mas, recorda-se os mais velhos e informa-se os mais novos, que há cinquenta anos a mancha florestal era imensamente maior, os verões eram excessivamente quentes, não havia viaturas ultra-sofisticadas nem meios aéreos de combate a incêndios e raramente havia um incêndio florestal.

 

Mas, nesses tempos, havia respeito, as florestas eram consideradas um bem Nacional e, eram obrigatoriamente limpas.

publicado por etario às 23:07
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73 comentários:
De Paulo Paz a 6 de Agosto de 2010 às 16:29
Embora esta seja sempre uma matéria sensível, como sabe sou da opinião que as pessoas que recebem subsídios do estado (sejam desempregados ou usufruidores de rendimento mínimo) deveriam prestar 20h semanais de apoio à sociedade, sendo este um dos serviços que poderiam fazer. Poderia ser uma forma mais económica de inclusivamente se fazer uma campanha de sensibilização no sentido de não se deitar lixo para as matas (como por exemplo o limpar Almeirim)


Aproveito para relembrar que quando foi a discussão na Assembleia da Republica a possibilidade de usufruidores de subsidio de desemprego e de rendimento mínimo trabalharem 20h em serviços comunitários os partidos PS, CDU e B.E. consideraram esta ideia como colocar pessoas a fazer trabalho forçado (motivo pelo qual não deixaram passar estas propostas do PSD e CDS). Na minha óptica é uma forma de contribuir positivamente para o bem geral da sociedade em troca de um salário dos contribuintes portugueses.

Resta-me desejar a todos os bombeiros boa sorte neste constante combate contra os incêndios.


De nina a 7 de Agosto de 2010 às 15:36
Tudo isto penso que se resume numa grande falta de civismo dos Portugueses.
Por onde se ande, só se vê lixo no chão, pessoas a deitarem pontas de cigarros pela janela do carro fora, Gostava que os Portugueses parassem um bocadinho para pensar antes de deitarem algo pela janela e que pensassem durante todo o ano e não apenas no verão, porque infalizmente so se fala neste assunto quando temos incendios.
Até concordo que os desempregados prestassem serviços para a comunidade, mas não sou de acordo de serem os desempregados a limparem as matas, porque se as mesmas têm dono eles terão de se responsabilizar por elas, mas acho que o governo em vez de gastar dinheiro em certas coisas que por vezes são desnecessárias, colocava alguns fiscais na rua a passar multas bem pesadas, penso que não chegavamos a este ponto.
QUERO SAUDAR TODOS OS BOMBEIROS DO NOSSO PAIS QUE COMBATEM OS INCENDIOS EM PORTUGAL E NÃO SÓ, ONDE POR VEZES COLOCAM A VIDA EM RISCO.


De linuska a 7 de Agosto de 2010 às 21:58
isso era um bom começo...! e pôr fora os governantes que não se importem com os problemas sociais do País....??


De contestatária a 10 de Agosto de 2010 às 14:28
Eu subscrevo a sua saudação aos bombeiros deste país, cujo sacrifício não é devidamente reconhecido.
Em vez de andarmos a fomentar campanhas para limpar a floresta no seu Dia Nacional, apenas para espectador ver, porque não pedir às paróquias, para que sensibilizem os seus "crentes", durante as homilias, no sentido de protegerem as suas propriedades, limpando-as com frequência, para que não sejam os bombeiros voluntários apagar a factura?
E porque não responsabilizar criminalmente quem não zela pela sua segurança, em vez de culpar tudo e todos, como vi e ouvi, ontem, nos telejornais?
Os meus descontos não podem servir para (a)pagar falhas de quem só se lembra de Sta. Bárbara, quando troveja...
Mas, depois de ouvir o Sr. Ministro da Administração Interna apelar ao sentido cívico dos portugueses durante o próximo fim-de-semana, devido ás festas e romarias que acontecem por todo o país, ocorre-me uma dúvida: quem responsabiliza as comissões de festas, em relação aos fogos-de-artifício lançados?
Vão ser outra vez os bombeiros a pagar por esse incumprimento da lei?
Neste, como nos casos anteriores, VOU PAGAR...E FICAR A VER!


De José Alves Ribeiro a 8 de Agosto de 2010 às 16:28
É tão simples quanto isto: o esforço e energia gastos num combate inglório é o mesmo ou maior que o que seria gasto a limpar as matas. Mais: temos uma flora inadequada ao nosso clima predomimantemente mediterrâneo, com excesso de pinhal onde deveriam estar folhosas, carvalhais e bosques de quercíneas.De que estamos a espera para reformular o nosso parque florestal?


De furiapai a 9 de Agosto de 2010 às 14:38
Em resposta ao comentador " pensaralmririm " os desempregados, que estão a receber o respectivo subsidio, já trabalharam muito para o poder obter,
visto que o estado não da nada a ninguem.


De Anónimo a 9 de Agosto de 2010 às 15:26
Alguns com sorte trabalham 1 ano e vivem 5 a custa do estado.
Trabalhar 20 horas em serviços a comunidade não os matava só os dignificava.
Quanto aos incêndios a melhor arma creio eu e a prevenção, e com tantos presos, desempregados, famílias a viver do rendimento mínimo e outras situações do tipo, não entendo como o estado não encontra mão de obra para fazer essa prevenção.


De Paulo Paz a 10 de Agosto de 2010 às 15:32
As pessoas que já trabalharam muito chamam-se reformados. Para esses existe um apoio do estado chamado reforma.
Tenho pena é que muitas das vezes esse apoio é muito mais baixo do que alguns rendimentos mínimos.
Paulo Mendes da Paz


De Anónimo a 9 de Agosto de 2010 às 17:37
Como Portuguesa e ser pensante choca-me as pessoas neste país que se diz democrático não pensarem pela sua própria cabeça e acreditarem que os incêndios deflagram per si! Pelo amor de Deus, eu vivo na zona mais quente do país, distrito de Santarém, quando estão 41 em Santarém na minha terra chegam a verificar-se máximas de 43/44, as jan elas da minha casa chegam aos 45 e nenhum vidro até hoje pegou fogo, com uma incidência certeira dos mesmos raios! Um por cento são casos naturais, mas tem de haver trovoada e descida de raios! Os incidêncios continuam e continuarão até haver esta impunidade a tanto lobby montado À VOLTA da Floresta Portuguesa que é uma das que mais arderam no mundo nos últimos trinta anos!


De Nuno Álvares a 10 de Agosto de 2010 às 06:50
Só aqueles que nasceram e vivem nas cidades, em gaiolas de cimento e rodeados de alcatrão, que nunca de lá sairam, é que pensam que "os incêndios deflagram per si! ".
Esses até pensam que as batatas crescem nas árvores como as maçãs e as laranjas e que o mosto das uvas fermenta (ferve) a 100 graus centigrados, ou que as matas são uma espécie de Parques Eduardo VII espalhados pelo país, como um ex Presidente da Reública que há uns anos veio à televisão dizer que os culpados dos incêndios eram os donos das matas.



De Marco a 7 de Agosto de 2010 às 15:02
Boas tardes! Nunca me fiei muito na história de um incêndio florestal começar através de um pedaço de vidro. Mesmo que as pessoas infelizmente não respeitam a natureza como deveria ser, toda a gente sabe que todos estes incêndios que o nosso país tem enfrentado são de mão criminosa, não existe uma outra explicação para tantos incêndios num só dia! Concordo plenamente que os proprietários dos terrenos deveriam pagar uma coima bem pesada por não limparem, pois é assim que acabam por contribuir para que um pequeno incêndio passe a um de grandes proporções . Deveria haver mais vigilância, pois se pararmos para pensar um pouco neste assunto que cada vez se torna mais preocupante poderemos dizer que à muito a fazer para acabar com todos estes incêndios! Devemos manter Portugal limpo e protegido para evitar todas estas consequências. A pergunta que deixo é: Quem e quando via dar o bom exemplo?


De jlsimo a 7 de Agosto de 2010 às 21:56
Pois ao contrário de si, eu acredito que a maior parte destes incêndios tenha uma ignição acidental. O pedaço de vidro é apenas uma das muitas possibilidades. Quando o sol incide sobre o vidro duma garrafa ou frasco num certo ângulo, esta faz o efeito de uma lupa e, acredite, a luz do sol refractada por uma lupa incendeia muito facilmente um papel ou mato seco.
Outra das causas muito comum será miserável beata do cigarro atirada borda fora dum carro em movimento....
As queimadas e foguetes podem ser outra fonte e, claro está, o fogo posto também.
Portugal é um país ventoso, e muito facilmente um pequeno foco de incêndio se torna em meia dúzia deles, pois as fagulhas incandescentes são transportadas muito facilmente pelo vento, que as deposita uns metros mais adiante, dando inicio a novos focos de incêndio que se multiplicam muito rapidamente.
Subscrevo totalmente as conclusões e observações neste post. E acrescento: a limpeza de matas e florestas, além de crucial para evitar os incêndios, pode ainda resultar em toneladas de matéria prima para substituir o carvão e o petróleo em centrais termoeléctricas, poupando também assim alguns recursos naturais.


De Antonio Silva a 8 de Agosto de 2010 às 21:44
As fontes de ignição de que falas não são o problema dos fogos florestais neste país.
O problema reside na falta de organização em gerir os meis que se dispõe durante os 365 dias do ano.
A prevenção deve ser efetuada durante todo o ano e não é colocar miudos a vigiar os montes no verão a troco de 12 euros por dia, assim como, colocar grupos de primeira intervenção nos corpos de bombeiros a ganhar 1 euro e 70 centimos por hora para efectuarem prevenção, patrulhamento e combate às chamas.
Que fazem durante o ano o pessoal dos serviços florestais, os super bombeiros da GNR equipados com o ultimo grito em equipamentos.
Senhores governantes usem a cabeça para pensar correctamente se tiverem capacidade, caso contrario, passem a pasta.
Por ultimo, quero dizer ao senhor jlsimo que faça a experiencia com os vidors e com as pontas de cigarro e depois diga-me qual foi a conclusão a que chegou.
Os fogos florestais neste país (a maioria deles) é como o euromihões, é fácil, é barato e dá milhões.


De NAN a 9 de Agosto de 2010 às 11:25
Os bombeiros são tratados como escravos no século XXI. Cumprem turnos de 10 e 12 horas, recebendo pouco mais de 1 euro hora, encontrando-se em disponibilidade permanente, sem direito a fins de semana e feriados.
Há ainda o risco a que estão sujeitos no combate a incêndios e por vezes mal alimentados.
Apesar disso aquilo que recebem está abaixo do limiar de pobreza.
Os politicos é que deveriam ser pagos a este preço, não aqueles que estão em 3º lugar na confiança e consideração do povo português.


De Nuno Ribeiro a 9 de Agosto de 2010 às 05:12
Crime ambiental seria cortar todo o mato das florestas.
De que se alimentariam os coelhos, os veados, os javalis e todas as outras espécies de animais?
Quem afirma que os proprietários deveriam pagar pesadas multas por não limparem os terrenos não possui sequer um metro quadrado de terreno e por isso desconhece o que é uma floresta.
A floresta não é um jardim público. O mal não está na floresta, mas sim na inconsciência e na acção criminosa de muita gente que anda por aí.
Aqueles que dizem que os incêndiso surgem pela acção de uma garrafa, de um vidro, fazem-me lembrar um professor univeritário que há uns anos atrás dizia que era a resina dos pinheiros que entrava em ignição devido ao calor.
Pois, estes senhores só comprovam o ditado que diz que "Um burro carregado de livros é um doutor".


De André a 10 de Agosto de 2010 às 21:04
Os coelhos, os veados e por aí em diante comeriam nos pastos como faziam á 20 e 30 anos atrás, pois nessa altura todos os matos eram limpos para fazerem a "cama" aos animais domésticos o que depois serviria para fertilizar os pastos. e era desta maneira que havia maior controle de muitas infestantes que proliferam nos nossos pinhais que com a geada e o calor fica secos e altamente inflamáveis. Agora como ja quase ninguem tem gado o mato fica nos pinhais. Mas existe muita mão de obra paga neste pais sem fazer nada, como os presidiários e os benificiários do rendimento minimo. Fica mais barato comprar umas enxadas e umas roçadoraspara fazer esse serviço do que alugar aviões e helis para corrigir o que não foi feito.


De jucaamaral a 7 de Agosto de 2010 às 18:52
estou certo de que, enquanto os incêndios forem combatidos por empresas havemos de sofrer com eles.
porque se não houver fogos as empresas não facturam e se não facturar vão a falências dentro dessas empresas tem lá muitos comedores tem todos os meios de combate incluindo aviação se houvesse um ano sem fogos como é que assas empresas sobreviviam assim como todo o pessoal colaborador. Agora que tem a responsabilidade. É que tem que abrir os olhos. ou será que através dessa empresas também lhe entra algum no bolço


De MCPEREIRA a 7 de Agosto de 2010 às 23:04
concordo plenamente ...
pois emergem incendios onde é dificil a luz solar reflectir nos tais vidros e outros materias ...e provocar incendio, pois as copas das árvores ou outros arbusto dificultam a entrada da luz...
Haverá outros interesses?..ou falta de respeito pela nossa floresta /ambiente.




De Luyis a 7 de Agosto de 2010 às 19:10
os fogos é por as florestas não serem limpas, tudo bem ,mas em Lisboa plena cidade os funcionários da câmara limpam as ervas combustíveis e depois fazem um monte e deixam ficar isto junto a viaturas que é se houver incêndio para arderem mais rápido, isto se está passando em chelas.


De Luyis a 7 de Agosto de 2010 às 19:12
Os fogos é por as florestas não serem limpas, tudo bem ,mas em Lisboa plena cidade os funcionários da câmara limpam as ervas combustíveis e depois fazem um monte e deixam ficar isto junto a viaturas que é se houver incêndio para arderem mais rápido, isto se está passando em Chelas.


De linuska a 7 de Agosto de 2010 às 21:38
se há pouco civismo em Portugal é muito simples resolver esse problema, é civilizar as pessoas por todos os meios...??? Ps. em Portugal só se importem com os negòcios (accões) os problemas sociais do País não dão tanta importancia.......!!!??????


De Pépita a 8 de Agosto de 2010 às 00:51
Concordo na integra com o texto. Acontece que quem tem matas (no meu caso), não vale a pena limpá-las quando o vizinho do lado também não o faz.
Limpar uma mata fica muito caro se feito individualmente e desperdiça-se matéria prima. O dinheiro gasto para manter uma mata limpa até se vender a madeira não compensa antes pelo contrário dá prejuízo
Porque não atribuir ás Câmaras essa função? A Câmara daria emprego a beneficiários do RIS do próprio concelho. Cada proprietário pagaria uma pequena taxa e o estado contribuiria com o RIS,
E quem com um vencimento condigno se recusasse a trabalhar não faltarão candidatos ao emprego. Além de que a Câmara ainda lucraria com a venda de matéria prima.
Será que as Câmaras não tem competência para o fazer ou não querem ter o trabalho?


De royal a 9 de Agosto de 2010 às 15:20
Porque é que as câmaras tem que ter a responsabilidade de limpar aquilo que é seu.
Se retirar dividendos da floresta, também esta na disposição de partilhar com a câmara.




De vouguense a 8 de Agosto de 2010 às 01:01
Meus caros:
Incêndios, sempre houve: fosse por negligência, malvadez, interesses diversos, causas naturais ou pelos combóios a carvão que atravessavam as matas largando faúlhas, matas essas que normalmente eram limpas porque o mato (tojo, queiroga, caruma, ect ) era utilizads na agricultura como fertilizante (estrume depois de servir de "cama" ao gado). Presentemente as matas já não são limpas e os combóios também já não incendeiam. Contudo, mantêem-se as outras causas, em especial os chamados interesses diversos; sim, porque os incêndios passaram a ser um grande negócio para muitos, e curiosamente também passaram a dar "emprego" a muita gente. E depois, como se tudo isto já não bastasse, temos o tal cancro nacional que é a ineficácia da justiça (será que os tribunais ainda funcionam?...) mais interessada na difícil missão da limpeza da imagem de alguns políticos corruptos, do que na defesa do bem comum e dos cidadâos.


De Antonio a 8 de Agosto de 2010 às 01:32
Enquanto os fogos florestais forem negócio de muitos milhões alguém pensa que irão acabar. Estão iludidos os que pensam que a solução do problema não está na limpeza das matas e que os fogos que assolam o pais tem origem em causas naturais. A origem está no mega negócio que lhe está associado ora pensem lá um pouco por favor.


De Anónimo a 8 de Agosto de 2010 às 10:38
Fogos por objectos deixados por pessoas, garrafas, latas, etc.. Essa não, se, a maior parte dos incêndios, é em zonas de difícil acesso, como me explicam isso? Claro que a maioria dos Portugueses não têm civismo nenhum, vão para praias, florestas, parques, etc., e deixam o lixo por o chão, agora se, as autarquias dessem um prazo aos proprietários para fazerem limpezas nos seus pinhais, e em determindo tempo, esses não as fizessem, eram multados, mas parece que são elas a dar o mau exemplo. Será que ninguém, ainda se apercebeu que a maior parte dos incêndios é sempre todos os anos nos mesmos locais? Não seria uma boa idéia haver mais vigilância nesses locais?


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