Domingo, 6 de Setembro de 2009

DINAMARCA/PORTUGAL

Na observância do respeito pelo rigor da informação, a maioria dos jornalistas  que opinam e divulgam as suas opiniões , têm por base a competência técnica e o conhecimento específico das matérias sobre que escrevem.

Infelizmente, outros há, que fazendo tábua rasa dessa permiça se limitam a opinar e a escrever aquilo que entendem e pretendem ver tomado como facto consumado.

Da pena de vários e bons jornalistas desportivos saem artigos de opinião que são um primor de análise e isenção sobre os temas focados, mas uma minoria teima em impingir aos leitores  a sua opinião distorcida e tendenciosa,  ora elevando o que não deve nem justifica ser elevado, ora ofuscando o que deveria ser realçado pelas suas qualidades intrínsecas e naturais.

A constatação de tais factos, levou a que cada vez mais leitores se tenham afastado da leitura de tais artigos, e até, de determinados jornais.

 

Se à selecção de determinados desportistas para a representação de um País chamamos "selecção nacional", que legitimidade assiste aos responsáveis dessa selecção para incluir nesses seleccionados indivíduos que não são intrinsecamente nacionais? É que, um passaporte emitido por determinado País a favor de determinado cidadão estrangeiro, não faz dele um cidadão intrínseco desse País . A uma selecção desportiva formada por atletas oriundos de Países diversos, jamais poderá ser chamada de Nacional, quando muito será uma selecção mista, formada por atletas de Países distintos.

A selecção que ontem jogou futebol na Dinamarca, independentemente do resultado alcançado, é pois uma selecção mista, e não poderá ser apelidada de Selecção Nacional Portuguesa.

 

Este, e outros assuntos de capital importância para o desporto Nacional deveriam ser objecto de  séria discussão, já que envolve o nome de um País e a movimentação de verbas que ofendem a dignidade de quem trabalhou, trabalha e paga impostos que sustentam a feira de vaidades e o ego dos seus mais que eternos dirigentes.

 

Veja-se os ordenados milionários pagos a técnicos e dirigentes sem a correspondente cota de responsabilidade pela não obtenção dos objectivos propostos.

 

Sobre este e outros assuntos de igual pertinência, urge que escreva com isenção um especialista na matéria.

 

Nota: aos atletas oriundos de Países diversos não se pode exigir que sintam a emoção e a motivação suplementar decorrentes do entoar do HINO NACIONAL.

publicado por etario às 11:54
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